Sempre uma nova e já antiga nostalgia. Só para falar de solidão, tempo, espaço.
"E se faltar a paz, e se faltar a paz" e ainda a música continua sendo sempre o fundo, mas não há saudade e nostalgia nunca foi.
Só para falar que continuo eu porque o mesmo eu já havia se firmado eu há tempo. Mas o mesmo eu esqueceu sobre a questão da solidão, do tempo e espaço. E novamente confundiu verbos por temática e tentou não fazer sofrer, e não fez. Mas por não fazer, sofreu.
E a noite continuou calculando, como fazia desde que resolveu ser eu. Calculou o sim, o não e o querer e já não sei se é verdade que amar só fere, amar só entende, amar só ama pois nunca entendo que raio é esse de ... viver. Viver, amar e seus porquês.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
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