Grazie, Signore, pois os teus lábios contorceram-se a fim de ajustar-se ao meu ser pecaminoso, por julgar-me não pelas minhas parcas boas obras mas pelo teu amor que é tua dádiva para mim, por teu insuportável perdão e infinita paciência para comigo, por outros que têm dons maiores do que eu e pela honestidade de reconhecer que sou um maltrapilho. Quando a última cortina cair e me chamares para casa, sejam minhas últimas palavras murmuradas nesta terra um clamor de corpo e alma: Grazie, Signore.
- Brennan Manning. In: O Evangelho Maltrapilho.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
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