Morreu aqui
Normal
Numa morte
Nesse relógio errado.
Dormi.
sábado, 14 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O pequeno, do contraste.
Ah, achei-me aqui, logo sorrindo
Transbordante de bem querer
S de 2, e 2 de s
Meu jeito torpe de viver
Sorriso longo, sem conquista ou luxo
Abraço breve, de cúmplice distante
Me alegre a alma, me conte dias
Me seja -na- amigo, assim, de relance
(...)
Explico e falo nesse meu modo
Pois já nem sei o outro qual era
Creio no amor e em grandes olhos
Na amizade, vida mais bela.
Transbordante de bem querer
S de 2, e 2 de s
Meu jeito torpe de viver
Sorriso longo, sem conquista ou luxo
Abraço breve, de cúmplice distante
Me alegre a alma, me conte dias
Me seja -na- amigo, assim, de relance
(...)
Explico e falo nesse meu modo
Pois já nem sei o outro qual era
Creio no amor e em grandes olhos
Na amizade, vida mais bela.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
surpresa ...!
Eu não quero que vá
e nem permito que fique
Então ... espere por mim, só por hoje
Pois logo eu me decido
e sorrio, e vivo e sonho.
e nem permito que fique
Então ... espere por mim, só por hoje
Pois logo eu me decido
e sorrio, e vivo e sonho.
domingo, 11 de julho de 2010
Vontade
Inconstante a todo instante, nego-me a assumir o querer.
Pouco sei sobre meu eu, sobre aqui dentro, sobre tempo ... sobre você.
Foi o motivo de perder-me: perder o chão, perder uns sonhos e cessar uma canção.
Perdi.
Perdi um lado, o que pulsava.
Perdi sentidos, os que amavam.
Perdi uns desejos, que me guiavam
e perdi a mim, que nao era nada.
Então o Ontem, encontrei.
Na mesma roupa, na mesma voz, no mesmo rosto, a outra vez.
De alma sóbria, sem muito saber, cheia de não chorar, repleta de bem querer.
Outro pedido mas sem canção, outro sentido, sem oração, o novo amigo, um coração.
A busca eterna, sem receio.
Outro dia sinto, outro dia não mais creio.
De nada sei, tao inconstante, nada me restou ...
acaba assim, plural de tudo
não me completo, não sei dizer
morro no som,
vivo em você.
Pouco sei sobre meu eu, sobre aqui dentro, sobre tempo ... sobre você.
Foi o motivo de perder-me: perder o chão, perder uns sonhos e cessar uma canção.
Perdi.
Perdi um lado, o que pulsava.
Perdi sentidos, os que amavam.
Perdi uns desejos, que me guiavam
e perdi a mim, que nao era nada.
Então o Ontem, encontrei.
Na mesma roupa, na mesma voz, no mesmo rosto, a outra vez.
De alma sóbria, sem muito saber, cheia de não chorar, repleta de bem querer.
Outro pedido mas sem canção, outro sentido, sem oração, o novo amigo, um coração.
A busca eterna, sem receio.
Outro dia sinto, outro dia não mais creio.
De nada sei, tao inconstante, nada me restou ...
acaba assim, plural de tudo
não me completo, não sei dizer
morro no som,
vivo em você.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
endecha
Sonhar um pouco
Aqui, comigo
Com ele, dele
Telefonar, sorrir e devanear
Fazer morrer a endecha
Deixar viver o tilintar
Meu querer
Meu CANTAR
Te danço eu
Me vem beijar
Aqui, comigo
Com ele, dele
Telefonar, sorrir e devanear
Fazer morrer a endecha
Deixar viver o tilintar
Meu querer
Meu CANTAR
Te danço eu
Me vem beijar
domingo, 4 de julho de 2010
Estava tão frio, eu tanto tremia que resolvi levantar para fechar por repetidas vezes as cortinas já fechadas
- porque era assim que eu me sentia.
Era para estar quente, não sei por que lado penetrava aquela brisa gelada.
Coloquei as pantufas.
Pobre analogia, mas com os pés quentes eu pude dormir em paz - assim, o meu dia!
- porque era assim que eu me sentia.
Era para estar quente, não sei por que lado penetrava aquela brisa gelada.
Coloquei as pantufas.
Pobre analogia, mas com os pés quentes eu pude dormir em paz - assim, o meu dia!
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