É que eu penso para dentro e falo para dentro e casualmente eu choro, para dentro, e o fora pouco tem a ver com tudo isso.
E torno-me novamente preocupada com as coisas de dentro e os desejos de dentro e as lágrimas de dentro, porque o fora muito vive e pouco sente.
Motiva-me muito sentir o de dentro, olhar de dentro e tocar ... para dentro, porque o fora consume os ossos e pouco sente, e muito fala.
Já fiz chorar, já fiz correr, já fiz sentir. Já fiz o fora e poucas vezes o dentro, e pouco e vago eu me recordo de alegrias pasmas que de fora nasceram!
Mas eu muito falo e pouco sinto,
eu pouco faço, eu pouco vivo,
Eu quero o de dentro mas erro muito!
Eu penso o certo mas me confundo ...
Estou só fora, quero só o de dentro!
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário