"E o tempo se vai, mas algo eu sempre guardarei: o Teu amor que um dia eu encontrei!"

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Se eu conseguisse escrever para amenizar a dor, como fazem os bons, escreveria até o próximo resultado ... por 20 e poucos dias quase esqueci o aperto que dá no coração quando ele infla de uma certeza incerta, atola em suposições e tenta não apavorar-se, como apavorou-se agora. Deixei de gostar da beleza de "ver o futuro vestido como um estranho". Parei de tremer, por enquanto.

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