Saudade: do azul, do cinza, do verde
Aquele ali que moldou-me à minha janela
Daquele dia mal amanhecido, assistido
... tão amado!
Da doce voz, daquela ... aquela que encantou-me a alma
Bem aqui, ao lado, sentida, desejada
... esquecida
Das batidas normais, não sopradas, sussurradas
... tão queridas!
E volte, e chame, e ame, e diga:
- Senti saudade, saudade!
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Me contagiou tanto, que me senti como a Maloca do samba, de tão saudosa. Mas das boas, sabe? como uma leve brisa de alivio que surge depois de saltos quebrados.
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