Olha-me nos olhos e é inteiro. Pega em minhas mãos, envolve-me pelos braços e continua sendo inteiro. Gosto enquanto fala, enquanto cala, enquanto canta, enquanto abraça.
Gosto tanto de sua estatura e da força de seus abraços!
Sinto-me longe de minhas rígidas convicções quando tudo que tenho é saudade presente. Sinto-me repleta de sua ausência com qualquer palavra lida, sonhada ou pensada. É assim que sua ausência é presença pura e seus olhos, boca, rosto, mãos, braços, corpo inteiro e todo o jeito continuam sendo admirados: mesmo ausente é sempre inteiro, nunca me encontra fragmentado.
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